“É um crime”, diz médica sobre obrigatoriedade da vacina contra Covid-19 para crianças

Encontro na Câmara de Vereadores de Chapecó debateu o Plano Nacional de Imunização

 

Chapecó/SC, 29 de novembro de 2023 – O Poder Legislativo de Chapecó realizou Reunião de Trabalho, nesta quarta-feira (29), sobre a obrigatoriedade da vacinação contra a Covid-19 para crianças. O encontro foi proposto, via requerimento, pelos vereadores Fernando Cordeiro (PSC) e Wilson Cidrão (Patriota) e contou com a presença de quatro médicos da cidade na discussão.

Em outubro deste ano, o Ministério da Saúde anunciou que a partir de 2024 a vacinação contra a Covid-19 será obrigatória para crianças de seis meses a cinco anos. “Essa decisão traz muitas dúvidas e insegurança aos pais”, declarou o vereador Fernando Cordeiro. Já o vereador Wilson Cidrão, chamou de autoritária essa determinação.

Os quatro médicos que compareceram à reunião de trabalho, se posicionaram contra a obrigatoriedade desse tipo de vacina para crianças. “Não há necessidade de obrigar criança saudável a ser imunizada dessa forma. Os efeitos colaterais ainda são incertos”, comentou o médico Diego Bet.

O médico Ivan Zardo, apresentou dados do Ministério da Saúde, que revelam que apenas 0,33% das crianças até nove anos no Brasil morreram vítimas da covid. “É um risco adoecer crianças por uma vacina que não tem estudos concluídos”, alertou.

Já a médica Maikelli Simes, foi mais incisiva, e chegou a dizer que essa decisão é um crime. “Estão expondo as crianças aos efeitos colaterais da vacina que podem trazer sérias consequências à saúde”.

O médico Paulo Benites, também se posicionou contra a obrigatoriedade e chegou a pedir uma ação da sociedade. “Supliquem às autoridades para que essa decisão seja interrompida, até que sejam realizados mais estudos sobre os efeitos colaterais dessa vacina. O Brasil é o único país do mundo a tornar obrigatória essa imunização”, completou.

Os vereadores Fernando Cordeiro e Wilson Cidrão, revelaram que apresentarão na semana que vem, moções que serão encaminhadas para autoridades locais e nacionais, a fim de que o Ministério da Saúde reveja essa determinação.

Foto: CMC/Divulgação