O Pollen Parque Científico e Tecnológico de Chapecó celebra um ano de operações. Ligado à Rede Catarinense, o espaço foi projetado e executado em parceria pela Prefeitura Municipal, o Governo do Estado e a Unochapecó (entidade gestora). Quando as atividades iniciaram, no dia 02 de maio de 2021, o Pollen já contava com 100% dos espaços ocupados e uma lista de espera de empresas de toda região, interessadas em fazer parte do ecossistema.

Foto: Divulgação UnoChapecó

Hoje são 47 empresas, entre residentes e startups, instaladas no espaço. Os dados levantados pelo Observatório do Parque, mostram que essas empresas faturam em média de 350 milhões de reais (somando as unidades internas e externas em que estão inseridas). Além das empresas, o Pollen conta com diversos serviços voltados à prospecção de soluções, escritório de projetos e transferência tecnológica, que resultaram ao Parque 97 termos de cooperação firmados com o setor produtivo, 9 patentes depositadas, 70 projetos aprovados, cerca de 13 milhões de reais captados para execução de ações e eventos voltadas à inovação.

A consolidação deste hub de inovação logo no primeiro ano, só foi possível graças ao esforço coletivo de todo um ecossistema, que buscou e planejou o espaço ao longo dos últimos dez anos. “A gente sabe que um ano é pouco, é o início de uma caminhada, mas estamos felizes em ver o projeto se efetivando com tantos resultados positivos. Temos a certeza que estamos construindo um novo passo para o desenvolvimento  do ecossistema de inovação da nossa cidade e região, com o auxílio das entidades e organizações que fazem parte do Pollen”, ressalta o reitor da Unochapecó, Claudio Jacoski.

Agora, os próximos passos do Pollen seguem em direção a expansão das operações. Um novo edital para residentes foi aberto com quatro vagas para empresas interessadas em fazer parte do hub. Enquanto isso, tramita na esfera federal um projeto de captação de recursos que permitirá a construção de um novo prédio e a consolidação dos programas de apoio ao empreendedorismo e à inovação.

“O mercado de inovação é bastante acelerado e dentro deste primeiro ano tivemos empresas que estavam dentro do Pollen e que tiveram seus exits, foram vendidas, como foi o caso da Renovigi, dessa forma surgiram novos espaços e oportunidades de inserção de empresas no nosso espaço. E é justamente por isso, que estamos projetando o segundo prédio e o lançamento de um programa de afiliados ao Pollen Parque, onde as empresas estarão vinculadas ao hub, poderão usufruir da estrutura e projetos, mas sem a necessidade de terem um espaço físico dentro do Parque, permitindo assim que novas conexões sejam feitas no nosso ecossistema”, explica Rodrigo Barichello, diretor executivo do Parque Tecnológico.

Eventos marcam o aniversário do Pollen Parque

Para comemorar a data, o Pollen realizou na noite de segunda-feira (23/05) no auditório do Parque, com a presença de autoridades locais, CEOs de empresas residentes, apoiadores e estudantes, um evento para apresentar o balanço deste primeiro ano de operação e na sequência um Painel para debater os impactos dos Parques Tecnológicos em Santa Catarina e a importância da cooperação no ecossistema. O tema foi abordado pelo reitor da Unochapecó, professor Claudio Jacoski, o presidente da Fapesc, Fábio Holthausen e o Superintendente de Inovação e Desenvolvimento da PUCRS e Tecnopuc, Professor Jorge Audy.

Este foi o primeiro de uma série de eventos que visam gerar novos conhecimentos aos atores do ecossistema e integração entre residentes e startups. A programação prevê na quarta-feira (25/05) um talk sobre marketing e vendas para empresas de tecnologia com a gerente de marketing da Amplimed, Naiara Atayde e segue até sexta-feira (27/05), com a realizaçao do Hack.Gov.SC: cidades inteligentes e gestão inovadora, com Ágata Depiné e Marcus José Rocha.

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