A BRF realiza assembleia no dia 17 de janeiro, quando haverá votação da proposta da administração para um mega follow-on primário de até R$ 6,6 bilhões. A expectativa fica por conta da Petros, acionista histórico da companhia (7,01%) que questionou a empresa sobre a necessidade real do aumento de capital.

Se não quiser ser diluída na oferta, a Petros vai ter que colocar meio bilhão de reais na compra de novas ações. Já a Marfrig pode assumir o controle da BRF.

A informação do aumento de capital da BRF o mercado repercute no mercado. Desde o anúncio da proposta, no início da segunda quinzena de dezembro, as ações da BRF subiram 10,4%.

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