A 32ª edição da Feira de Pássaros e Flores de Chapecó foi um sucesso. O evento, promovido pela Sociedade Oeste Catarinense de Ornitologia (SOCO), reuniu cerca de 10 mil pessoas durante os quatro dias.

Com foco na conscientização sobre a preservação dos pássaros exóticos e a criação legal desses animais, a feira atraiu a atenção dos visitantes. Além de conhecer mais sobre os pássaros, eles também puderam adquirir seus pets e levar para casa uma companhia e muito amor.

Lizete Vesner, moradora do bairro Efapi, levou o neto Pedro Lucas, de 3 anos, para visitar a feira e comprou uma agapornis para dar a ele de Dia das Crianças. O menino ficou encantado com os pássaros. “Ele queria levar todos, amou os ver os pássaros. Nós temos uma calopsita em casa e resolvemos dar um para ele. É uma excelente companhia”, afirma.

Foto: Assessoria de Imprensa / Soco

A feira também contou com a exposição e comercialização de flores e plantas. A Viva Floricultura participou pela segunda vez do evento com a venda de suculentas e folhagens e, também, fazendo um resgate de plantas antigas que não são mais comumente vendidas em floriculturas.

“É um espaço maravilhoso, seguro, com um público que valoriza o seu trabalho. Passarinho e planta combinam e quem gosta de pássaros geralmente gosta de plantas também. Então, acaba adquirindo os dois para trazer mais alegria à vida”, destaca a proprietária da floricultura, Claudete Queiroz.

CONSCIENTIZAÇÃO E CUIDADO

A feira foi promovida de maneira totalmente gratuita e superou as expectativas da organização. Segundo o diretor de divulgação, Claudio Luiz Ioriat, o público compareceu, conheceu os pássaros, aprendeu sobre a importância da preservação e pôde levar para casa pássaros criados de forma legal, com todos os cuidados exigidos.

Ioriat adiantou que em 2022 a SOCO promoverá três edições da feira, a fim de oferecer mais oportunidades de troca de experiências entre criadores e amantes dos pássaros exóticos.

“Ainda existe muito tabu com relação a criação de pássaros exóticos. Muitas pessoas confundem criadores registrados com pessoas que fazem o tráfico de animais. Nós somos totalmente contra esse tipo de prática e combatemos esse tipo de atitude. Todo o trabalho dos criadores é feito dentro da lei, respeitando sempre a qualidade de vida e a saúde dos pássaros. Precisamos difundir cada vez mais informações para que as pessoas compreendam de forma correta o amor que temos pelos pássaros”, conclui.

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