Os problemas enfrentados pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foram relatados durante sessão ordinária desta terça-feira (14), no Legislativo de Chapecó. O coordenador regional do SAMU, Rogério Barcala, esteve em plenário, atendendo requerimento de autoria do presidente da Câmara, João Marques Rosa (PSL).

Além de apresentar números referentes aos trabalhos de atendimento no Oeste Catarinense, o coordenador do SAMU foi questionado pelos vereadores sobre as dificuldades enfrentadas pelo órgão. Rogério Barcala, disse que uma empresa terceirizada pelo Governo do Estado administra o SAMU. “Hoje os funcionários convivem com atrasos nos direitos trabalhistas (férias, FGTS, reajuste de salários). Trabalhamos em bases improvisadas e incluídas em estruturas de outras instituições”, destacou.

Barcala ainda relata outras dificuldades, entre elas, segundo ele, equipamentos médicos com tempo de uso acima do ideal e falta de autonomia da gestão local.

Os vereadores se colocaram à disposição para defender os interesses dos funcionários do SAMU e da luta por melhores condições de trabalho. O presidente do legislativo prometeu estudar uma maneira de defender o órgão. “Vou consultar a assessoria jurídica da Câmara de Vereadores, para que possamos impetrar uma ação no Ministério Público contra a empresa que administra o SAMU para que tome providências”, cobrou o Marques Rosa.

ATENDIMENTOS

No Grande Oeste Catarinense, o SAMU é dividido em três estruturas de atendimento. A Unidade de Suporte Avançado 01 (Chapecó), a USA 02 (São Miguel do Oeste e a USA 03 (Xanxerê). Somente na região de Chapecó, que atende 27 municípios, este ano, foram prestados mais de 17 mil atendimentos.

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