O preço do cesto de 57 produtos básicos baixou 0,17% em Chapecó neste mês em comparação com maio, quando havia registrado alta sobre o valor de abril. Já no ano, há o crescimento de 19,27%. Essas são indicações de pesquisa feita pelo curso de Ciências Econômicas da Unochapecó, em parceria com o Sindicato do Comércio da Região de Chapecó, nos dias 1, 2 e 4 deste mês. De acordo com o levantamento, o custo médio do cesto é de R$ 1.731,04, enquanto no mês de maio foi de R$ 1.734,06.

Foto: Amauri Sales/ Rádio Chapecó

Conforme os dados, a redução mais significativa entre os produtos foi verificada na cebola, em 48,60%, seguida pela cenoura, em 35,10%. No que abrange a queda da cebola, o relatório indica que o clima frio, favorável para controlar as possíveis doenças, a demanda estável e falta de chuva em maio colaboraram com o plantio do legume. Já o produto que registrou o maior aumento foi a farinha de milho, em 21,94%, seguida pelo biscoito Maria, em 13,46%.

A pesquisa identificou, também, que os produtos in natura apresentaram queda em 13,27%, enquanto os semi-industrializados aumentaram 3,11% e os industrializados em 2,72%. Já os artigos de higiene subiram 1,14% em junho e no grupo dos materiais de limpeza o aumento foi de 3,96%. O grupo de serviços tarifados, com energia elétrica, água e gás de cozinha, registrou elevação de preços na ordem de 1,24%.

Neste mês, uma família chapecoense necessita de 1,57 salários mínimos líquidos para adquirir o cesto de produtos básicos.

DIFERENTE DO CESTO, CESTA AUMENTA

A pesquisa também consta de síntese dos preços registrados em Chapecó para os 13 produtos que compõem a cesta básica nacional. São eles: açúcar, arroz, banana, batata inglesa, café moído, carne bovina, farinha de trigo, feijão preto, leite, margarina, óleo de soja, pão francês e tomate.

O custo da cesta básica, ao contrário do cesto de 57 produtos, aumentou em junho. Do valor médio de R$ 437,97 em maio, passou para R$ 440,37, com elevação de 0,55%. Em comparação a junho de 2020, se percebe a elevação de 25%. Uma família chapecoense necessita, neste mês, de 0,40 salários para adquirir a cesta básica.

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