No final de março, quando a conquista da Série B do Campeonato Brasileiro completou dois meses, o Conselho Jovem da Associação Chapecoense de Futebol cumpriu uma promessa realizada na reta final da competição. Em honra ao título, que é o primeiro nacional do Verdão, os torcedores realizaram a doação de cestas básicas à Igreja Adventista do Bairro Bom Pastor – que, posteriormente, destinaram os mantimentos às famílias mais necessitadas do local.

Inicialmente, quando a promessa foi feita e a ideia da doação foi lançada, não havia se estimado um número de cestas. Posteriormente, com o engajamento de todos e com a ação tomando corpo, chegou-se ao número de 50 cestas básicas. Após uma pesquisa entre alguns fornecedores, os conselheiros optaram por adquirir as cestas junto ao Super Royal – parceiro do clube na ação “Em campo com a Chape”. Deste modo, além de realizar a ação social, houve a valorização da empresa parceira.

“Foi indescritível perceber a felicidade dos pastores e das pessoas que estavam presentes no momento em que fizemos a entrega das doações. Mesmo sabendo que as cestas não eram pra eles, ver a alegria por receber os alimentos que vão permitir a ajuda a outras pessoas fez tudo valer a pena” afirmou Gabriel Bauer, presidente do Conselho Jovem.  E se, para alguns, a quantidade possa ter parecido pequena, basta saber que em todo o último ano, o projeto social abraçado pela Igreja Adventista do Bairro Bom Pastor arrecadou, apenas, 20 cestas. Com a quantidade doada pelo Conselho Jovem, portanto, será possível atender as famílias vinculadas à instituição por, pelo menos, seis meses.

Bauer destacou, ainda, que apesar da ideia inicial de cumprir a promessa, a realização de ações sociais será mantida. “Nós fomos atrás, vestimos essa camisa, conseguimos as doações e percebemos que foi muito válido. E a gente quer continuar com esses projetos, porque isso começa a inspirar as outras pessoas. Inspira uma sociedade que pode a ajudar a fazer a sua parte também. Porque, muitas vezes, essas pessoas mais carentes ficam esquecidas, principalmente agora na pandemia”.

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