A Rádio Chapecó conversou com o delegado Vagner Papini, para fazer um balanço dos trabalhos realizados nos últimos anos pela Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Chapecó. São números expressivos.

No ano de 2017 a DIC passou a contar com uma equipe especializada, para investigar homicídios, latrocínios, tentativas de homicídio e outros crimes violentos. A equipe passou a ser formada por quatro agentes de polícia civil e um escrivão, coordenados pelo delegado Papini.

Foto: Amauri Sales/ Rádio Chapecó

Desde a reestruturação da DIC, em 2017, segundo o delegado coordenador Vagner Papini, todos os crimes praticados contra a vida estão solucionados. No decorrer daquele ano foram registrados 38 homicídios em Chapecó. Em 2018 foram 31 e em 2019 outros 36. Esses casos do ano passado estão todos solucionados e com os autores presos.

Em 2020 já ocorreram 26 assassinatos na maior cidade do Oeste Catarinense e, de acordo com o coordenador da DIC, em torno de 80% dos inquéritos já foram concluídos e remetidos ao Judiciário. A expectativa é concluir as demais investigações até o fim do ano.

Foto:Amauri Sales/Rádio Chapecó

Vagner Papini diz que essa marca é histórica em Chapecó e um dos motivos é a equipe de “profissionais aguerridos, os quais não medem esforços para dar uma resposta à sociedade”, além da reformulação recente da DIC.

A Divisão de Investigação Criminal tem atualmente 13 agentes, três escrivães, três delegados e três estagiários e está dividida em cinco subdivisões: o departamento que investiga crime organizado e drogas é Rodrigo Moura; A DIC Homicídios tem o delegado Vagner Papini como responsável. Ele também coordena o K9 e Capturas; o delegado Luiz Schefer está a frente do setor que investiga crimes financeiros e corrupção.

O delegado Papini ressalta a importância da comunidade em ajudar a Polícia Civil, denunciando crimes, pois assim é possível chegar aos autores.

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