Menor movimento, como era esperado, e a obediência às regras de prevenção ao coronavírus. Essa é a avaliação da direção da concessionária do transporte coletivo urbano em Chapecó para o primeiro dia de retorno das atividades, nesta segunda-feira (22), depois de 95 dias paralisação desde 19 de março devido à crise gerada pelo Covid-19.

A maior dificuldade verificada foi a falta de passageiros, já que em grande parte das viagens os ônibus saíram vazios do terminal, informa o diretor de Negócios da Auto Viação Chapecó, João Carlos Scopel Filho.

Foto: Arquivo Rádio Chapecó

Ele considera que essa concentração de passageiros se deve à falta de segmentação dos horários de funcionamento do comércio, indústrias, serviços e órgãos públicos. Ao mesmo tempo, avalia que a sistemática de transporte adotada, conciliando as questões sanitárias e as necessidades de setores da economia e órgãos públicos deve ser adaptada conforme a demanda. “Não há necessidade de burocratizar, porque a aglomeração dos ônibus é muito pequena”, indica Scopel Filho. Argumenta, a propósito, que de uma média diária de 45 mil pessoas transportadas antes da pandemia, no primeiro dia de retorno do serviço o número chegou a 2,4 mil passageiros.

Dentro das medidas estabelecidas em conjunto com a administração municipal, foi reduzido o número de viagens e limitado o período delas entre as 6h e as 20h. Assim, de uma média de 950 viagens em dias úteis no período de normalidade, nesta segunda-feira foram realizadas 258 nas 24 linhas servidas pela empresa, o que fica entre a média de sábados (470 viagens) e de domingos (230). O horário de maior movimento, tal como ocorreu nesta terça-feira, foi no início da manhã e ao meio-dia, a partir do terminal urbano.

Quanto à adoção dos cuidados preventivos exigidos foram seguidos e, conforme a gerência de operações da empresa, também os passageiros obedeceram as recomendações das autoridades da saúde pública.

Com informações: Extra Comunica

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