A situação da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), após a nomeação de novos dirigentes para a Reitoria pelo presidente da República, foi detalhada em reunião mensal do Centro Empresarial de Chapecó (CEC), nesta terça-feira (8).

Estiveram presentes o reitor, professor Marcelo Recktenvald, e o vice-reitor, professor Gismael Francisco Perin. Eles falaram para representantes de 16 entidades e sindicatos empresariais que representam todos os setores da economia em 109 municípios do Oeste de Santa Catarina e para dirigentes do Observatório Social de Chapecó.

Os dois dirigentes se mostraram convictos da legalidade do processo de eleição e nomeação e disseram que a situação se encaminha para a normalidade, após “a oposição de grupos ideológicos”. Também afirmaram que o pedido de destituição, avaliado no Conselho Universitário, não tem sustentação.

“É um novo tempo, sem formação de militância, mas voltado para agregar e ter interlocução com a sociedade”, indicou o reitor. Para reposicionar a instituição nas relações com a comunidade, o professor Marcelo também expressou a intenção de valorizar internamente as pessoas e o trabalho e cuidar da aplicação do dinheiro público.

Maior aproximação

O reitor da Universidade Federal da Fronteira Sul também salientou que a instituição irá “construir uma nova relação com o setor produtivo”. Sobre isso, o presidente do Centro Empresarial, Djalma Velho de Azevedo, destacou o papel da universidade e disse da necessidade das lideranças ampliarem o entendimento sobre o trabalho da UFFS. “É necessário participar mais e ampliar a aproximação para o bom trabalho da nova gestão”, asseverou o dirigente do CEC.

Neste ano, a instituição tem um orçamento – somente para custeio e capital -, da ordem de R$ 57 milhões, sem incluir os salários dos servidores. No ano passado, conforme relatório entregue na reunião do Centro Empresarial, o orçamento geral chegou a R$ 241,1 milhões.

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