A delegação da Associação Chapecoense de Futebol chegou a Chapecó sob forte protesto de torcedores, no Aeroporto Serafim Enoss Bertaso. A cobrança contra diretores e jogadores se deve aos atrasos salariais e à condição do clube no Campeonato Brasileiro, há várias rodadas na zona de rebaixamento. Domingo, no período da manhã, faixas foram fixadas em frente à sede administrativa do clube.

Antes do voo que trouxe a Chapecoense aterrissar, torcedores já cantavam: “Puta que saudade, quando minha Chape jogava com vontade” e “Acabou a paz, isso aqui vai virar o inferno, seja no campo ou na geral, Chapecoense vai descer o pau”. O alvo principal do protesto era o presidente Plínio David de Nes Filho (Maninho).

Na chegada, os gritos mudaram: “Vergonha, vergonha, vergonha, time sem vergonha”. O zagueiro Maurício Ramos conversou com a imprensa.

 

Depois da entrevista, o jogador tentou se aproximar e acalmar o torcedor, mas não obteve sucesso.

 

O técnico Emerson Cris conseguiu chegar perto da barreira policial e tentou apaziguar a situação.

 

A Chapecoense tem semana cheia para trabalhar. No próximo domingo (18) enfrenta o Avaí, pela 15ª rodada do Brasileirão. Nesta segunda-feira (12) o treino é regenerativo para quem atuou contra o Ceará e o restante do elenco realiza academia. Ambas as atividades serão na Arena Condá.

O repórter Guilherme Griebeler recebeu a infirmação, por volta das 10h30 desta segunda-feira (12), de que os salários de julho foram pagos.

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