Revista científica publica artigo de docentes e ex-alunas de Medicina da Unochapecó
Geral | 17/02/2012
Conteúdo trata sobre um tipo de câncer de pele
Artigo científico produzido no curso de Medicina da Unochapecó foi publicado por um periódico editado nos Estados Unidos, indexado nos mais importantes bancos de dados de pesquisa médica. O Journal of Skin Cancer, publicação com sede em Nova York e que faz parte da Hindawi Publishing Corporation, veiculou artigo que trata da caracterização epidemiológica e clínica do melanoma cutâneo, um tipo de câncer de pele, na região Oeste de Santa Catarina.
O artigo tem como autor o professor Marcelo Moreno e como co-autor o professor Ricardo Schmitt. É produto do trabalho de conclusão de cursos das médicas Maria Gabriela Lang e Vanessa Gheno, formadas em dezembro passado na primeira turma de Medicina da Unochapecó.
No trabalho, foram caracterizadas mais de 50 variáveis relacionadas a aspectos epidemiológicos, clínico e patológicos da neoplasia cutânea. Para isso, foi utilizado como instrumento de coleta o protocolo do Grupo Brasileiro de Melanoma. [WINDOWS-1252?]“Foi possível caracterizar os fatores de risco, dados de incidência e de prevalência de mortalidade, além da caracterização biológica desse tipo de câncer na região Oeste de Santa [WINDOWS-1252?]Catarina”, indica o professor Marcelo. Acrescenta que é o primeiro trabalho de Santa Catarina publicado em uma revista internacional que relaciona esse tema e com esses objetivos.
Conforme a pesquisa, a região Oeste possui a especificidade de apresentar alta incidência e prevalência de melanoma cutâneo, dados observados pela clinica e pelos registros de câncer. A partir desse trabalho, foi possível confirmar essa hipótese e sugerir prováveis causas, como a localização da região próximo ao paralelo 30 e a presença de população com pele branca (fototipos I e II). Essas características são semelhantes ao que ocorre na Oceania, onde existe a maior incidência do mundo. Marcelo Moreno argumenta que o trabalho suporta bases cientificas para outras pesquisas, como estudos caso-controle, que estão em andamento, para comprovar as causas específicas para o maior número de ocorrências de melanoma no Oeste Catarinense em relação a outras regiões do Brasil.
Assessoria Unochapecó






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