O presidente da Câmara de Vereadores de Chapecó, Ildo Adão Antonini (Dem), foi entrevistado na manhã desta quarta-feira (12), no programa Chapecó Notícias – 1ª Edição. Um dos assuntos abordados foi o período em que estará na presidência do Legislativo Municipal.

Pelo acordado do fim do ano passado (2018), Arestide Fidelis (PSB) foi eleito presidente e Antonini o seu vice, para um período de dois anos. Com base no que ocorre há vários anos, Fidelis seria o presidente em 2019 e renunciaria à presidência, para Antonini assumir o cargo principal da mesa diretoria em 2020.

No entanto, quando o acordo foi firmado e a chapa de situação definida, o júri popular de Arestide Fedelis não estava marcado. E no dia 12 de abril o então presidente da Câmara foi julgado e condenado a oito anos de prisão em regime fechado no caso de colisão de trânsito com feridos, fato ocorrido em 2014.

Fidelis conseguiu um Habeas Corpus no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e recorre em liberdade desde o dia 24 de abril. No dia 30 do mesmo mês, renunciou ao cargo de presidente e entrou em licença médica.

Ildo Antonini, que ocupava o cargo interinamente, passou a ser o presidente titular da Casa Legislativa. O cargo de vice, porém, ficou em aberto e uma nova eleição foi realizada. Diego Alves (PP) foi escolhido, em votação, o novo vice-presidente da Câmara de Chapecó.

Foto: Leonardo Vassoler / Rádio Chapecó

A pergunta que se faz desde então: Alves será presidente em 2020? A resposta, segundo Antonini, é não. O “acordo (de dezembro de 2018) vai ser cumprido…eu vou cumprir o mandato dele (Fidelis) e depois vou fazer o meu…não poderia ser diferente, até porque o acordo foi esse e vai ser cumprido”, declarou Ildo Antonini ao programa. Será o presidente “até o final do mandato dessa legislatura”, complementou.

Ouça:

 

O presidente da Câmara de Vereadores, Ildo Antonini (Dem), declarou ainda que com um mandato de quase dois anos – boa parte de 2019 e todo o ano de 2020, será mais fácil planejar os trabalhos e investimentos, incluindo a possibilidade da sede própria da Câmara que, parece, começa mesmo a sair do papel.

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