O balanço das exportações catarinenses de carne suína e de frango segue com resultados positivos em fevereiro. O estado faturou mais de US$ 206,6 milhões com o embarque de 86,1 mil toneladas de carne de frango e de 27,9 mil toneladas de carne suína o valor é cerca de 30% superior ao mesmo período de 2018. Sinônimo de qualidade e sanidade agropecuária, Santa Catarina aumenta as vendas para mercados já consolidados e encontra novos destinos para seus produtos.

Maior produtor nacional de carne suína, Santa Catarina responde por mais da metade das exportações brasileiras do produto nesses dois primeiros meses de 2019. Em fevereiro foram 27,9 mil toneladas embarcadas, uma alta de 9,6% em relação a janeiro e de 40% em relação a fevereiro de 2018. As receitas geradas com as exportações passam de US$ 52,4 milhões.

Dentre os dez principais destinos para carne suína catarinense em fevereiro, chama atenção o crescimento dos embarques para Hong Kong, Cingapura, Uruguai e Angola, todos com aumento acima de 100% em termos de quantidade.

No acumulado do ano, Santa Catarina já exportou 53,5 mil toneladas de carne suína, 18,9% a mais do que nos dois primeiros meses de 2018, faturando mais de US$ 99,6 milhões. O estado é responsável por 52,5% das exportações brasileiras do produto nesse período.

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CARNE DE FRANGO

A carne de frango é o principal item da pauta de exportações de Santa Catarina. Em fevereiro foram mais de 86,1 mil toneladas embarcadas, um aumento de 18,3% em relação a janeiro e de 30% em relação ao mesmo período de 2018. A alta na quantidade se reflete no faturamento que também apresentou crescimento e fechou em US$ 154,2 milhões.

Em fevereiro, Santa Catarina ampliou sua presença nos principais mercados para carne de frango. O Japão, maior comprador, aumentou em 21,7% o valor importado. O mesmo aconteceu com a China, Holanda e Emirados Árabes – todos apresentaram crescimento superior a 30% nas receitas recebidas pelo estado.  Vale a pena observar também a alta nos embarques para Europa, 90% a mais do que em fevereiro de 2018.

Os números foram divulgados pelo Ministério da Economia e analisados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa).

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