A Justiça Eleitoral de Concórdia iniciou uma investigação para identificar um eleitor que fez imagens do momento da votação e depois compartilhou em redes sociais e por um aplicativo de conversas.

Segundo o chefe do Cartório Eleitoral de Concórdia, Moacir Tramontin, o fato chegou ao conhecimento da Justiça Eleitoral, que está buscando mais informações sobre o local de votação e o eleitor que fez as imagens.

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O Código Eleitoral proíbe filmagens e divulgação desse tipo de conteúdo. Conforme a Justiça Eleitoral, o eleitor poderá ser enquadrado no Art 312 do Código Eleitoral que determina até dois anos de prisão por violar o sigilo do voto.

O vídeo em que a Justiça Eleitoral de Concórdia teve acesso mostra a urna eletrônica e o momento em que o eleitor estaria escolhendo o voto para presidente.

Segundo informações da Rádio Atual, a Justiça Eleitoral de Concórdia já teria identificado a seção onde as imagens teriam sido feitas.

 

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